Música de concerto

146 – Prata da Casa: Duo de Violões Alvaro/Danilo (Danilo Guanais)

Este programa apresenta parte do trabalho desenvolvido em mais de 30 anos de parceria entre Alvaro Barros e Danilo Guanais, dois violonistas que insistiram em quebrar barreiras entre repertório erudito e popular, em arranjos originais e adaptações criativas. Ouça como dois violões dialogam com equilíbrio e leveza, em obras que tocam o Renascimento Inglês e vão até o Choro Brasileiro.

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145 – Prata da Casa: Octeto de Sax (Danilo Guanais)

Para muitas pessoas a imagem de um saxofonista tocando carrega uma aura de romantismo e beleza, que outros instrumentos muitas vezes não conseguem. Imaginem então oito saxofonistas tocando juntos! É o Octeto de saxofones da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com um repertório escolhido para comemorar os 50 anos da instituição… e para celebrar mais esse programa “Música Viva”, para seu deleite.

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144 – Prata da Casa: Jerimum Jazz (Danilo Guanais)

Sem dúvida o grupo mais festejado entre os vários grupos musicais da UFRN, a Jerimum Jazz é composta pelos mais abalizados alunos das classes de metais, madeiras e percussão da Escola de Música da UFRN, acrescidos de teclados, guitarra e baixo elétrico. Lembra das grandes bandas norte-americanas das década de 20 a 50? Imagine uma versão moderna dessas bandas, capaz de promover uma incrível combinação de Música Popular, Música Nordestina, Jazz e Música de Concerto. Com vocês, Música Viva e…

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143 – Prata da Casa: Quarteto de Cordas da UFRN (Danilo Guanais)

O Quarteto de Cordas da UFRN é um dos grupos com a trajetória mais longa entre os grupos musicais da UFRN, com quase 30 anos de atuação e com um repertório eclético, que vai da Música de concerto à Música popular, incluindo autores norte-rio-grandenses. O quarteto conta nestas gravações com a participação de outros músicos.

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141 – Prata da Casa: Fábio Presgrave (Danilo Guanais)

Esse genial violoncelista deixou o glamour e urbanidade de São Paulo, a maior cidade do país, e escolheu o sossego e bucolismo de Natal, no Rio Grande do Norte para morar e trabalhar. Trocou seu trabalho em instituições como a OSESP para formar aqui uma das mais importantes escolas de violoncelo na história do Brasil. Neste episódio, você poderá verificar o porquê ouvindo sua interpretação meticulosa e inspirada e sua sonoridade impressionante.

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140 – Mozart: Sinfonias Haffner e Praga (Danilo Guanais)

Dentre as 41 Sinfonias atribuídas a Mozart, as 13 primeiras foram compostas enquanto ele era ainda uma criança, sendo que a primeira, aos 8 anos. As mais importantes, naturalmente, são obras de maturidade, como as duas que ouviremos neste episódio. A primeira foi uma encomenda da família Haffner, de Salzburgo, que patrocinou as primeiras turnês de Mozart. A segunda deriva seu nome da cidade de Praga, fervorosa entusiasta de sua obra, e onde foi estreada.

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139 – Obras de órgão de J. S. Bach (Danilo Guanais)

O órgão é o maior instrumento musical e o de maior extensão. Alguns exemplares podem chegar a soar com uma potência equivalente a três orquestras. O órgão foi o instrumento da preferência de Johann Sebastian Bach, sendo que, enquanto estava vivo, o grande mestre barroco foi mais reconhecido como organista do que como compositor. A obra para órgão de Bach é bastante rica, extensa e variada, e não tão conhecida pelo público em geral.

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138 – Transcrições Barrocas para 2 violões (Marcus Varela)

Uma parte significativa do repertório para violão inclui a música de períodos antigos, como o Barroco, e é inteiramente formada por transcrições. Muitas obras antigas funcionam de modo perfeitamente adaptado ao idioma violonístico. Isto é o que pretendemos demonstrar neste episódio, em que o repertório conta com música escrita para o cravo há cerca de 270 anos. A interpretação é dos irmãos Sérgio e Odair Assad. Ouviremos peças de Rameau, Couperin e Domenico Scarlatti. Visite a página do podcast Música…

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137 – Ciclos em 24 tonalidades: Parte 4 (Marcus Varela)

Na construção de um Prelúdio há uma grande liberdade, e o compositor não está preso a um modelo ou esquema determinado. Apesar disso, é comum se estabelecer um fio condutor, que pode ser um pequeno motivo, uma fórmula de arpejar os acordes, uma frase ou sequência rítmica, ou qualquer outra ferramenta criativa. Ao final deste episódio teremos acompanhado 96 Prelúdios, no decorrer de toda a série. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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136 – Ciclos em 24 tonalidades: Parte 3 (Marcus Varela)

O Cravo bem Temperado de Bach não foi o primeiro ciclo em todos os tons, mas certamente influenciou a criação dos demais. Em relação a Chopin, o ciclo teria sido uma encomenda do fabricante de pianos e editor de partituras Camille Pleyel. O op.87 de Shostakovich foi inspirado na obra de Bach, a qual o compositor ouviu durante uma viagem à Alemanha. A incorporação do jazz ao ambiente clássico e acadêmico, torna as peças de Kapustin únicas e as reveste…

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135 – Ciclos em 24 tonalidades: Parte 2 (Marcus Varela)

O dinamismo no modo de ouvir é uma das características do Música Viva, em que as propostas temáticas permitem uma grande diversidade na escolha e sequência do repertório. Neste segundo episódio da série, damos prosseguimento aos ciclos de Prelúdios em todas as tonalidades. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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134 – Ciclos em 24 tonalidades: Parte 1 (Marcus Varela)

Neste episódio iniciamos uma série de 4 programas que apresenta um modo diferente de ouvir e comparar ciclos de peças para o teclado, escritas nas 24 tonalidades maiores e menores. Partindo do Cravo bem Temperado de Bach, situamos em sequências nas mesmas tonalidades os Prelúdios op.28 de Chopin, os Prelúdios (sem as Fugas) op.87 de Shostakovich e os Prelúdios em estilo de Jazz, de Nicolai Kapustin. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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133 – Sonatas de Bach para flauta e cravo (Marcus Varela)

Durante o período Barroco, havia dois tipos de flauta, a doce e a transversal, também conhecida como Traverso. Bach escreveu música para ambas. No caso da flauta doce, foram seis Sonatas, sendo três delas para flauta e cravo e três para flauta e baixo contínuo. Ouviremos exemplos de ambos os grupos de Sonatas, interpretadas unicamente pela flauta doce e pelo cravo. As Sonatas contêm 3 ou 4 movimentos cada, com o caráter indicado pelo andamento. Visite a página do podcast…

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132 – Compositores de transição: Pré-clássicos (Marcus Varela)

No Classicismo três compositores obtiveram um destaque tão grande na História, que seus nomes praticamente confundem-se com o estilo: Haydn, Mozart e Beethoven. Este episódio, porém, será dedicado a outros compositores do século 18, bem menos conhecidos e celebrados, mas cuja obra é também digna de atenção, pois influenciaram a transição entre o Barroco e o Classicismo: Johann Stamitz, Franz Benda, Franz Richter e Christian Cannabich. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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131 – Prelúdios de Debussy: Parte 2 (Marcus Varela)

A versatilidade no uso de técnicas, ritmos, harmonias e motivos, situa os Prelúdios de Debussy como um marco no desenvolvimento da música contemporânea. A orquestração de Colin Matthews toma certas liberdades, como prolongamento de notas, mudanças de articulação e de ênfase nas camadas da textura. Tudo buscando traduzir da melhor forma a atmosfera de cada Prelúdio para o idioma da orquestra. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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130 – Prelúdios de Debussy: Parte 1 (Marcus Varela)

Os Prelúdios para piano de Debussy foram compostos em duas séries de doze peças, entre os anos de 1909 e 1912. De inspiração livre e sem uma forma definida, são os primeiros ciclos deste gênero associados a algum conteúdo não musical, como imagens e personagens. Além de acompanharmos a interpretação ao piano, ouviremos uma seleção dos Prelúdios em versões orquestrais, criadas entre 2001 e 2006, pelo inglês Colin Matthews. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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129 – Passacaglia (Marcus Varela)

O tema deste episódio diz respeito a um gênero ou procedimento de composição: a Passacaglia. As obras que se valem desse procedimento apresentam uma linha melódica inicial no baixo, ou registro grave. Esta linha se repete continuamente no decorrer da música, e sobre ela são construídas variações. A melodia ou tema do baixo é geralmente simples. Isso faz com que ela se preste melhor como base para construção das variações, além de torná-la mais identificável. Visite a página do podcast…

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128 – Brasil Musical: Contemporâneo (Danilo Guanais)

A música criada a partir da virada para o século 20 sofreu profundas transformações, acompanhando as cada vez mais rápidas mudanças no modo de vida das sociedades humanas. No Brasil, a multiplicidade de estéticas e tendências disponíveis tem sido acrescida com características de nossa cultura popular, reconhecíveis ou não na superfície da música. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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127 – Brasil Musical: Violão (Danilo Guanais)

O violão é o instrumento que melhor se adaptou à cultura brasileira, e está presente em inúmeros gêneros populares. A música brasileira de concerto, feita para o violão incorpora muitas vezes esta influência popular, como poderemos perceber no repertório deste episódio. Os intérpretes são os irmãos Sérgio e Odair Assad, que juntos formam o melhor duo de violões do mundo em atividade. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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126 – Brasil Musical: Villa-Lobos (Danilo Guanais)

Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) consta como verbete no principal dicionário de música como “a figura criativa mais significativa do Século XX na música clássica brasileira“. Escreveu peças orquestrais, de câmara, instrumentais e vocais, totalizando mais de 2000 obras. Suas composições foram influenciadas tanto pela música folclórica brasileira, que contêm nuances das culturas regionais, canções populares e indígenas, quanto por elementos estilísticos da tradição clássica europeia. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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125 – Brasil Musical: Francisco Mignone (Danilo Guanais)

Um dos compositores mais importantes do Brasil em todos os tempos, Francisco Mignone nasceu em São Paulo, em 1897 e faleceu no Rio de Janeiro, em 1986. A partir dos 13 anos de idade se apresentava como pianista e flautista em pequenas orquestras, e começava a compor peças populares com o pseudônimo de Chico Bororó. Em 1920 realiza estudos em Milão. Após seu contato com Mário de Andrade, passa a compor numa estética nacionalista. Visite a página do podcast Música…

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124 – Brasil Musical: Nacionalismo (Danilo Guanais)

Dentro do contexto do Romantismo, após uma fase de influência europeia, que conta com muitas obras compostas com foco na demonstração do virtuosismo dos intérpretes estrangeiros convidados, começa a surgir uma música mais preocupada com a incorporação de elementos da cultura brasileira. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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123 – Brasil Musical: Romantismo (Danilo Guanais)

Henrique Oswald, Leopoldo Miguez e Alberto Nepomuceno são alguns dos principais representantes brasileiros do período Romântico. O primeiro foi pianista, compositor e diplomata. O segundo foi professor de composição e de violino, com larga experiência internacional. O terceiro estudou piano e composição na Itália e na Alemanha e órgão na França. Foi pioneiro na pesquisa do folclore musical brasileiro e é tido como o “Fundador da Música Brasileira”. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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122 – Brasil Musical: Império (Danilo Guanais)

Três nomes da época do Brasil Império figuram neste episódio. Francisco Manuel da Silva, autor da música do Hino Nacional, foi aluno do Pe. José Maurício e também de Neukomm. Foi fundador de instituições musicais que perduram até hoje, no Rio de Janeiro. Dom Pedro I possuía uma cultura vasta, que abarcava também a música. Carlos Gomes foi o principal compositor brasileiro de Óperas, e teve seu trabalho elogiado por Verdi e celebrado na Europa. Visite a página do podcast…

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121 – Brasil Musical: Corte – Sigismund Neukomm (Danilo Guanais)

Sigismund von Neukomm nasceu na Áustria em 1778, numa casa de frente àquela onde Mozart nascera. Estudou com Haydn, de quem foi o aluno preferido. Foi nome importante para a música brasileira por ter permanecido no Rio de Janeiro entre 1816 e 1821, como integrante da comitiva de um diplomata francês. Além de popularizar a música de Haydn e Mozart, incentivou e divulgou a música do Pe. José Maurício. Compôs no Brasil mais de 90 obras, sendo várias inspiradas em…

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120 – Brasil Musical: Corte – Pe. José Maurício Nunes Garcia (Danilo Guanais)

Tido por muitos autores como o primeiro grande compositor brasileiro, e um dos maiores das Américas em seu tempo, o Padre José Maurício era mulato e neto de escravos. Abraçou a vida sacerdotal talvez mais pela afirmação social, caminho que o levou ao posto de mestre-de-capela da Catedral do Rio de Janeiro. Quando D. João VI veio com a família real para o Brasil, em 1808, ficou surpreso com a qualidade da música produzida na colônia. Visite a página do…

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119 – Brasil Musical: Colonial: Parte 3 (Danilo Guanais)

André da Silva Gomes nasceu em Lisboa em 1752 e veio para o Brasil ainda jovem, estabelecendo-se em São Paulo, onde assumiu o título de mestre-de-capela da Igreja da Sé. Foi o encarregado das solenidades musicais por ocasião da Proclamação da Independência. De suas obras, sobreviveram cerca de 130 partituras, de diversos gêneros, quase todos sacros. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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118 – Brasil Musical: Colonial: Parte 2 (Danilo Guanais)

Neste episódio teremos no repertório três nomes importantes da música do Brasil Colônia. Emerico Lobo de Mesquita foi um expoente da música sacra, atuando sobretudo em Minas Gerais. Francisco Gomes da Rocha foi substituto de Lobo de Mesquita, quando o primeiro se mudou para o Rio de Janeiro. Como músico do Regimento de Dragões, foi colega de Tiradentes. Apenas 5 manuscritos de sua obra são conhecidos. Manoel Dias de Oliveira possuía estilo diversificado, com peças escritas também em português, além…

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117 – Brasil Musical: Colonial: Parte1 (Danilo Guanais)

Nascido em Recife, Pernambuco, em 1719, Luís Álvares Pinto foi o primeiro compositor brasileiro a estudar na Europa. Foi mestre de capela da Igreja da Irmandade de Nossa senhora do Livramento e da Concatedral de São Pedro dos Clérigos, em Recife. Um dos nomes de destaque na música da época do Brasil Colônia. Ouviremos algumas de suas obras, bem como de outro contemporâneo, Damião Barbosa de Araújo, nascido na Bahia. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros…

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