Música erudita

123 – Brasil Musical: Romantismo (Danilo Guanais)

Henrique Oswald, Leopoldo Miguez e Alberto Nepomuceno são alguns dos principais representantes brasileiros do período Romântico. O primeiro foi pianista, compositor e diplomata. O segundo foi professor de composição e de violino, com larga experiência internacional. O terceiro estudou piano e composição na Itália e na Alemanha e órgão na França. Foi pioneiro na pesquisa do folclore musical brasileiro e é tido como o “Fundador da Música Brasileira”. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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122 – Brasil Musical: Império (Danilo Guanais)

Três nomes da época do Brasil Império figuram neste episódio. Francisco Manuel da Silva, autor da música do Hino Nacional, foi aluno do Pe. José Maurício e também de Neukomm. Foi fundador de instituições musicais que perduram até hoje, no Rio de Janeiro. Dom Pedro I possuía uma cultura vasta, que abarcava também a música. Carlos Gomes foi o principal compositor brasileiro de Óperas, e teve seu trabalho elogiado por Verdi e celebrado na Europa. Visite a página do podcast…

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121 – Brasil Musical: Corte – Sigismund Neukomm (Danilo Guanais)

Sigismund von Neukomm nasceu na Áustria em 1778, numa casa de frente àquela onde Mozart nascera. Estudou com Haydn, de quem foi o aluno preferido. Foi nome importante para a música brasileira por ter permanecido no Rio de Janeiro entre 1816 e 1821, como integrante da comitiva de um diplomata francês. Além de popularizar a música de Haydn e Mozart, incentivou e divulgou a música do Pe. José Maurício. Compôs no Brasil mais de 90 obras, sendo várias inspiradas em…

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120 – Brasil Musical: Corte – Pe. José Maurício Nunes Garcia (Danilo Guanais)

Tido por muitos autores como o primeiro grande compositor brasileiro, e um dos maiores das Américas em seu tempo, o Padre José Maurício era mulato e neto de escravos. Abraçou a vida sacerdotal talvez mais pela afirmação social, caminho que o levou ao posto de mestre-de-capela da Catedral do Rio de Janeiro. Quando D. João VI veio com a família real para o Brasil, em 1808, ficou surpreso com a qualidade da música produzida na colônia. Visite a página do…

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119 – Brasil Musical: Colonial: Parte 3 (Danilo Guanais)

André da Silva Gomes nasceu em Lisboa em 1752 e veio para o Brasil ainda jovem, estabelecendo-se em São Paulo, onde assumiu o título de mestre-de-capela da Igreja da Sé. Foi o encarregado das solenidades musicais por ocasião da Proclamação da Independência. De suas obras, sobreviveram cerca de 130 partituras, de diversos gêneros, quase todos sacros. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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118 – Brasil Musical: Colonial: Parte 2 (Danilo Guanais)

Neste episódio teremos no repertório três nomes importantes da música do Brasil Colônia. Emerico Lobo de Mesquita foi um expoente da música sacra, atuando sobretudo em Minas Gerais. Francisco Gomes da Rocha foi substituto de Lobo de Mesquita, quando o primeiro se mudou para o Rio de Janeiro. Como músico do Regimento de Dragões, foi colega de Tiradentes. Apenas 5 manuscritos de sua obra são conhecidos. Manoel Dias de Oliveira possuía estilo diversificado, com peças escritas também em português, além…

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117 – Brasil Musical: Colonial: Parte1 (Danilo Guanais)

Nascido em Recife, Pernambuco, em 1719, Luís Álvares Pinto foi o primeiro compositor brasileiro a estudar na Europa. Foi mestre de capela da Igreja da Irmandade de Nossa senhora do Livramento e da Concatedral de São Pedro dos Clérigos, em Recife. Um dos nomes de destaque na música da época do Brasil Colônia. Ouviremos algumas de suas obras, bem como de outro contemporâneo, Damião Barbosa de Araújo, nascido na Bahia. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros…

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116 – Brasil Musical: Hino Nacional (Danilo Guanais)

Este episódio inaugura uma grande série de 13 programas sobre a música brasileira, em diferentes épocas e contextos. Para iniciar, faremos uma investigação sobre o Hino Nacional Brasileiro, com informações sobre suas origens e história, e aspectos da composição em si, como melodia e harmonia. Ouviremos também em detalhes outras peças que lhe fazem reverência. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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115 – Peças compostas em tempo curto (Marcus Varela)

Uma das habilidades de um bom compositor é administrar prazos. Oportunidades e encomendas podem surgir a qualquer momento. Técnica e experiência são importantes quando se trata de entregar uma nova obra no tempo combinado. Neste episódio ouviremos três peças criadas em tempo curto. A primeira, por exigência de contrato, a segunda por benefício de um ambiente propício e relaxante, e a terceira como prova de um desafio lançado. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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114 – Barroco revisitado (Marcus Varela)

Neste episódio ouviremos peças cujos títulos remetem a danças e gêneros Barrocos. O repertório, porém, foi inteiramente criado por compositores que viveram mais de um século depois do período Barroco. Mesmo transformado por incorporações mais atuais, o charme do estilo antigo permaneceu como atrativo para os compositores. Teremos obras de Brahms, Ponce, Stravinsky, Prokofiev e Hindemith. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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113 – Prêmio Pulitzer de Música (Marcus Varela)

Joseph Pulitzer foi um jornalista e editor, falecido em 1911. Ele deixou fundos para a Universidade de Columbia, em Nova Iorque. O prêmio Pulitzer, instituído em 1917, é conferido nas áreas de jornalismo, literatura e música. A categoria de música foi criada em 1943, e visa premiar uma composição musical de distinção, criada por um americano e que tenha tido sua primeira apresentação ou gravação no corrente ano. Ouviremos obras de Walter Piston (1948), Samuel Barber (1963), Stephen Albert (1985),…

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112 – Minimalismo (Marcus Varela)

Corrente estética da música do século 20, o Minimalismo surgiu como manifestação de contracultura nos Estados Unidos na década de 1960, numa reação contra a complexidade acadêmica europeia. Propõe uma apreciação diferente da música em relação ao tempo. Partindo-se de um material musical restrito, os eventos são repetitivos e modificam-se lentamente, num contexto alinhado com certos estados meditativos orientais. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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111 – Os Quatro Pontos Cardeais: 4 – Ciúme, ódio e loucura (Marcus Varela)

Shakespeare já dizia que “o inferno não conhece fúria igual à de uma mulher desprezada.” Alguns compositores do Barroco sabiam disso muito bem. Neste quarto e último episódio da série, ouviremos obras que retratam ódio, ciúme e loucura. São histórias e contextos nos quais estão em ação traços humanos tais como crueldade e violência, fingimento, desespero e alucinação, além do lamento profundo. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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110 – Os Quatro Pontos Cardeais: 3 – Amor e Erotismo (Marcus Varela)

Se alegria e o ódio são emoções lineares, e a dor se mede por profundidade, o amor tem gradações infinitas, matizes delicados, variações em gênero e em grau. Sem ter a pretensão de exaurir um tema tão amplo, este terceiro episódio da série mostra o amor sob vários ângulos: da atração carnal, passando pela admiração mútua, até o mais sublime sentimento. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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109 – Os Quatro Pontos Cardeais: 2 – Dor e Morte (Marcus Varela)

Neste segundo episódio da série, de caráter intimista, dor e morte se manifestam até mesmo dispensando palavras, como no caso das elegias fúnebres. Ouviremos homenagens a amigos que se foram, uma lição de humildade, uma visão sobre a solidão e a depressão e também a narração de uma cirurgia de bexiga, numa época anterior à anestesia. Para finalizar num espírito mais elevado, a voz aguda de um contratenor entoa música como antídoto para a tristeza. Visite a página do podcast…

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108 – Os Quatro Pontos Cardeais: 1 – Alegria e Júbilo (Marcus Varela)

No período Barroco os compositores criaram um vocabulário de gestos musicais, baseados na doutrina dos Afetos, um sistema que permitia associar tonalidades e gestos a estados de espírito específicos. Quatro temas dominaram o imaginário da época: alegria, dor, amor e ódio. Durante os 4 próximos episódios, com roteiro de Laura Rónai, exploraremos este contexto de emoções conflitantes e fascinantes. Começaremos pela alegria, talvez a mais natural das emoções expressas através dos sons. Visite a página do podcast Música Viva e…

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107 – Neoclassicismo (Marcus Varela)

O Neoclassicismo musical, que vigorou entre 1920 e 1950, foi sobretudo uma reação contra o Romantismo tardio. Os compositores neoclássicos buscavam o retorno a um discurso mais claro, do ponto de vista da utilização de temas melódicos perceptíveis e da estruturação das formas. Buscavam o retorno a uma música pura, apreciada apenas por suas ideias musicais, não pelas associações simbólicas e programáticas. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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106 – O Canto dos Pássaros (Marcus Varela)

O canto dos pássaros sempre exerceu fascínio sobre nós, pela beleza e delicadeza daqueles animais e pela riqueza e complexidade dos sons que conseguem emitir. Existem basicamente 3 maneiras de incluir esse material em uma composição musical: por imitação, com gravações ou usando pássaros ao vivo. O uso pode ser decorativo, mas também simbólico, representando estados de ânimo diversos, tais como a natureza, a alegria da primavera, o amor, a liberdade, o mistério e a espiritualidade e até a loucura.…

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105 – Spirituals: Parte II (Danilo Guanais)

Embora os Spirituals tenham surgido como cantos sem acompanhamento, com o passar do tempo foram recebendo diversas harmonizações corais e instrumentais e versões para formações e contextos musicais variados. Chegaram inclusive às salas de concerto, como poderemos constatar neste segundo episódio dedicado ao tema. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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104 – Spirituals: Parte I (Danilo Guanais)

Este episódio é o primeiro de dois a abordar como temática o gênero musical conhecido como Spiritual. Também chamado de Negro Spiritual, o termo envolve uma tradição oral nascida nos Estados Unidos durante o século 19, oriunda dos escravos africanos, que cantavam louvores a Deus na forma de canções de trabalho, ao mesmo tempo em que entoavam lamentos relativos às condições a que eram submetidos. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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103 – Quartetos de cordas: Debussy e Ravel (Danilo Guanais)

Debussy e Ravel escreveram apenas um quarteto de cordas cada um. O prestígio do gênero foi forte o bastante pra que, apesar da abordagem não tradicional de ambos, lançassem mão desta forma do passado para se expressarem musicalmente. As obras apresentam desafios inéditos para os músicos, individual e coletivamente. Além da estética impressionista, ambas as obras compartilham também uma estrutura cíclica, com temas que perpassam vários movimentos. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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102 – Impressionismo Francês (Danilo Guanais)

O Impressionismo nasceu na França, originalmente na pintura. Entre os nomes ligados ao movimento na música, certamente os mais importantes são Claude Debussy e Maurice Ravel. Neste episódio ouviremos uma obra representativa de cada um deles. De Debussy, Ibéria, a segunda de suas Imagens para orquestra, e de Ravel, o Quarteto de Cordas em Fá maior. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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101 – Música do Brasil Colonial (Marcus Varela)

Durante os 320 anos em que o Brasil permaneceu como colônia de Portugal, apenas nos últimos 63 anos temos exemplares da música realizada por aqui. Muitas obras existem apenas como fragmentos de composições maiores. É comum encontrar partes isoladas para alguns instrumentos, o que requer todo um trabalho de garimpo musicológico para reconstituir a partitura completa. Ouviremos a música dos principais compositores que atuaram no Brasil naquela época. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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100 – Educadores Musicais (Marcus Varela)

Alguns nomes se mantêm vivos e atuantes não tanto pelas músicas que tocaram ou criaram, mas pela repercussão e importância de seus ensinamentos sobre música, difundidos na forma de livros, artigos ou métodos. Alguns destes nomes são também hábeis compositores. Neste episódio, selecionamos 4 autores que atendem a estes critérios, e nos propusemos a ouvir suas obras. São eles: Zoltán Kodály, Ernst Toch, Walter Piston e Murray Schafer. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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99 – O Cravo Barroco (Marcus Varela)

Entre os muitos instrumentos de teclado do período Barroco, dois merecem destaque, cada um em seu contexto: o órgão e o cravo. Enquanto o órgão estava associado à música sacra, o repertório solo do cravo era mais livre e versátil em termos de estilo. Verdadeiras preciosidades foram compostas para este instrumento, como poderemos constatar neste episódio, que conta com peças de François Couperin, Jean-Philippe Rameau, Domenico Scarlatti e J.S.Bach. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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98 – Professores da EMUFRN (Marcus Varela)

A Escola de Música da UFRN foi criada em 1962. Desde então vem desempenhando um papel de destaque na formação de novos musicistas e professores, bem como na produção e difusão da cultura musical na cidade de Natal, no estado e na região. Ouviremos uma amostra de interpretações de alguns professores da escola, com um repertório que vai do instrumento solo à orquestra e coro. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros episódios

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97 – Século 21 (Marcus Varela)

Se a arte é um reflexo da sociedade, como definir a música de nossa época, tão frenética de estímulos e visões de mundo? Uma coisa é certa: temos não apenas uma, mas muitas musicalidades distintas. Uma das dificuldades dos compositores de hoje é definir um estilo pessoal, em meio ao vasto legado do passado e a tantas possibilidades no presente. Ouviremos 4 obras compostas depois do ano 2000, as quais, compartilhando uma tendência contemporânea, enfatizam timbre, ritmo e textura, em…

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96 – Noturno (Marcus Varela)

Noturno é um termo utilizado como título em peças musicais desde o século 18. O gênero Romântico, porém, começou a tomar forma apenas a partir das obras do irlandês John Field, no início do século seguinte, atuando como influência importante para compositores como Chopin e Liszt. Os Noturnos evocam uma atmosfera calma, meditativa, e por vezes melancólica associada à noite. Ouviremos obras de Field, Chopin, Liszt, Satie, Gnattali, Scriabin, Bartók, Martucci e Debussy. Visite a página do podcast Música Viva…

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95 – Concertos para 4 Instrumentos (Marcus Varela)

O repertório deste episódio é formado apenas por Concertos. O diferencial é que todos foram compostos para 4 instrumentos solistas e orquestra. Além disso, os solistas são instrumentos iguais, ou muito semelhantes. Obras assim trazem ao compositor o desafio de equilibrar musicalmente o interesse entre todos os solistas e também entre estes e a orquestra. Ouviremos obras de Vivaldi, J.S.Bach, Philip Glass e Leonardo Balada, respectivamente para 4 violinos, cravos, saxofones e violões. Visite a página do podcast Música Viva…

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94 – Os filhos de Bach (Marcus Varela)

Johann Sebastian Bach teve 20 filhos, sendo 7 de seu primeiro casamento com Maria Barbara, e 13 do segundo, com Anna Magdalena. Apenas 10 chegaram à vida adulta, sendo que 4 deles tornaram-se grandes compositores: Wilhelm Friedemann Bach, Carl Philipp Emanuel Bach, Johann Christoph Friedrich Bach e Johann Christian Bach. Eles deram continuidade a uma tradição que já contava com pelo menos 27 músicos na família, antes de seu pai. Visite a página do podcast Música Viva e ouça outros…

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